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Após culpar Bolsonaro de roubo, governo Lula acha os 261 móveis guardados no próprio Palácio da Alvorada

O governo federal informou que encontrou todos os 261 itens do mobiliário do Palácio da Alvorada que foram dados pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva

(PT) como desaparecidos. Os objetos foram encontrados dentro da própria residência oficial da Presidência da República, em Brasília.

Logo no início do mandato de Lula, o suposto sumiço do patrimônio foi motivo de acusações e ataques do petista e da primeira-dama, Janja da Silva, ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e à esposa dele, Michelle Bolsonaro. Janja chegou a gravar uma matéria para o Fantástico, da TV Globo, para falar do desaparecimento dos móveis.

O então “desaparecimento” dos objetos foi utilizado como argumento pelo governo federal para fazer uma compra de várias mobílias de luxo sem licitação, que chegou a quase R$ 200 mil reais. Nesse sentido, foram gastos R$ 65 mil com um sofá e R$ 42 mil para uma cama de casal. A Secretaria de Comunicação Social (Secom) informou que os objetos compõem o patrimônio público da União.

No início de 2023, ainda morando em um hotel, o casal Lula da Silva reclamou da situação em que estavam o Alvorada e a Granja do Torto. O petista chegou a acusar, ainda janeiro daquele ano, que Jair e Michelle “levaram tudo”, dando início então a uma intensa troca de farpas.

“Não sei se eram coisas particulares do casal, mas levaram tudo. Então, a gente está fazendo a reparação, porque aquilo é um patrimônio público”, afirmou Lula durante café da manhã com jornalistas que fazem a cobertura do Palácio do Planalto.

Na época das acusações, Michelle Bolsonaro informou que todos os móveis estavam em uma sala no Planalto e que eles optaram por trazer os móveis pessoais do Rio de Janeiro para deixar a área particular do Planalto com cara de casa.

“Os móveis retirados foram os nossos, porque trouxemos do Rio de Janeiro toda nossa mudança para deixar o nosso local particular com a nossa cara. Assim foi feito, e os móveis do governo que tinham lá foram guardados em uma sala, lá mesmo”, disse a ex-primeira-dama na época.

Com informações da Folha de São Paulo.

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